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Desde os cinco anos
de idade a música se faz presente na vida de Daniel Drummond. Em
meio a rodinhas de violão, audições realizadas por seus
professores, pequenos grupos musicais e bandas das quais fez
parte, sempre se destacou por seu talento nato. Passando das
aulas de iniciação musical à guitarra e ao violão, seus
principais instrumentos, Daniel freqüentou aulas de flauta doce,
teclado, piano, teoria musical e canto.
Com 12 anos
tornou-se saxofonista da banda do Colégio Militar de Juiz de
Fora, Minas Gerais, permanecendo nela por dois anos, pelo tempo
em que estudou naquela instituição.
Na sua adolescência
participou de várias bandas em Juiz de Fora, destacando-se a
“Free Fall”, por ter conseguido o 2º lugar no Festival de Bandas
do Centro Cultural Pró-Música em 1998; no mesmo Festival Daniel
foi premiado como Melhor Guitarrista. No ano seguinte a “Free
Fall” conquistou o 3º lugar no Festival de Bandas Novas 1999, e
terminou abocanhando o 2º lugar no evento do ano de 2000.
Ainda em Juiz de
Fora teve a honra de trabalhar com vários cantores e músicos,
entre eles Dina Aléxia, Márcio Hallack, Joãozinho da Percussão,
Gladston Simas, Renato Mello, Glauco Batista, Dudu Viana, Weber
Martins e Luizinho Lopes, além de muitos outros. Aos 19 anos
integrou a banda que faria a turnê de lançamento do CD “Sertão
das Miragens” de Luizinho Lopes. Nesse momento participou da
gravação do “Especial Rede Minas” em Belo Horizonte.
Posteriormente
acompanhou o cantor e compositor em shows pelo
Brasil afora.
Em 2002 saiu de
Juiz de Fora para instalar-se no Rio de Janeiro, com o objetivo
de cursar o Bacharelado em Música Popular Brasileira na UNIRIO.
Na instituição, além de estudar com alguns dos melhores
professores do Brasil e do mundo, foi membro do “Sexteto de Jazz
e Bossa Nova da UNIRIO”, atuando como baixista e guitarrista.
Acompanhou, também, o pianista Haroldo Mauro Jr. (raduado
e mestre em música pela Manhattan School of Music de Nova York e atual professor dos cursos de
graduação em música da UNIRIO) durante mais de três anos. Como
baixista do Haroldo Mauro Trio, executava um repertório que
transitava entre o Jazz, a Bossa Nova e Música Instrumental
Brasileira.
Apesar de
residir no Rio de Janeiro, fez parte do trio mineiro "Whiskey
Barrel" que tocava clássicos do bom e velho Blues e Rock´n´Roll,
ao lado dos amigos Yussef Salomão e Victor Guilherme.
Em 2006 participou
da gravação de duas faixas do projeto “Bossa Queen”, projeto
lançado no Japão e que consistia em produzir rearranjos de
músicas do grupo Queen em Bossa Nova. Nesse projeto desfrutou da
oportunidade de dividir as faixas com o consagrado compositor
João Donato, a cantora Renata Gerbara, o baterista, Ivan Conti
(Mamão), além dos amigos Dudu Lima, Dudu Viana e Gladston Simas.
O CD ainda contou com nomes como Durval Ferreira, Joice, além de
outros.
Posteriormente, com
Luizinho Lopes, gravou quatro faixas no mais novo CD do cantor e
compositor mineiro (“Noiteceu”), lançado em 2008, além de
participar dos shows de lançamento do álbum, tendo o prazer de
dividir o palco com músicos como Toninho Ferragutti, um mestre
do acordeão brasileiro.
Marcou presença em
duas faixas no CD “De Passagem” do pianista e tecladista Dudu
Viana, trabalho que focaliza a Música Instrumental Brasileira e
o Fusion.
Participou em
várias faixas do CD “How Was The Future”, do tecladista e
pianista Raphael Montechiari (eleito como um dos dez melhores
tecladistas nacionais pela revista Roadie Crew durante os anos
de 2003, 2004 e 2005, também entre os dez pelo site Whiplash em
2004 e entre os cinco melhores do país pela revista Valhalla em
2005), disco que conta com uma música em parceria com Raphael.
No Rio de Janeiro
acompanhou vários cantores, como Karla Sabah, Tatiana Vidal, Elohin Seabra,
Sylvia de Galhardo (vocalista da Banda Celebrare), Denílson
Santos, Luhli (compositora de várias sucessos gravados por Ney
Matogrosso e outros intérpretes, como "O Vira", "Fala" e "Bandolero"),
Guilherme Rael e Big Surprise Band, Banda Palácio Moderno, além
de muitos outros. Com estes trabalhos apresentou-se diversas
vezes em casas importantes, tais como Mistura Fina, Canecão,
Teatro Rival, Teatro Antonio Fagundes, Centro Cultural Carioca,
Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá, Teatro da UERJ,
Galeria Gourmet, Beluga, Far Up, Tijuca Tênis Clube e Salas
Funarte (Brasília e São Paulo), para ficar nas mais ilustres.
Com o cantor Elohin
Seabra permaneceu com o show “Tributo à Elis Regina” por dois
anos, tendo a oportunidade de dividir o palco com artistas de
sucesso como Lucinha Lins, Miele, Marina Elali,
Dorina e outros.
Fez parte de um
grupo de quatro produtores musicais formados pela UNIRIO, a “Quatrilha”,
que recebeu em 2006 o prêmio de Melhor Trilha Sonora no 34º.
FENATA – o festival de teatro mais antigo do país – na
Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, pela trilha da
peça “O Sonho”, de Strindberg. No mesmo ano, e acompanhando a
mesma peça, faturou a 2ª Melhor Trilha Sonora no Festival
Nacional de Teatro de Varginha, Minas Gerais.
Teve sua música
“Samba Pra Dani” como a trilha sonora do DVD “Programa de
Educação Patrimonial” da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora -
MG, produzido no ano de 2007.
Em seu trabalho
autoral, conquistou o 2o Lugar no Festival Rio das Ostras de
Música 2007, tendo seis de suas músicas sido selecionadas para
aquele festival. Em seguida, foi convidado pela Secretaria de
Cultura de Rio das Ostras para se apresentar no stand da
Secretaria no Rio das Ostras Jazz e Blues Festival, evento que
reúne os melhores nomes da música instrumental brasileira e
mundial.
No ano seguinte
recebeu os prêmios de 1º e 2º lugares no Festival Rio das Ostras
de Música 2008 com a música “Capiche” (parceria com Raphael
Montechiari e Mateus Andrade) e com a música de sua lavra
intitulada “Hoje Em Dia”.
Foi, durante
mais de 6 anos, guitarrista da Big Surprise Band, banda de Rock
carioca com repertório que transitava entre os anos 60 até 90,
marcando presença na cena cultural da capital.
No Canecão
tocou no show de lançamento do CD "Cala a Boca e Me Beija" da
cantora Karla Sabah, que teve a música homônima como trilha da
novela "Tititi" da Rede Globo. O show contou com a participação
de Rildo Hora e Luiz Melodia.
Ainda em 2010
gravou violões para o álbum do cantor e compositor sertanejo
Kennedy Karu, um fenômeno de acessos no Youtube e no Second Life.
Teve seu solo da música "Tiro Certo" como material de vídeo-aula
no portal CifraClub (maior e mais acessado portal de cifras e
vídeo-aulas de violão do Brasil).
Em 2011 produziu
o EP autoral da banda carioca de Hard Core "Safo Rock". Também
produziu, fez todos os arranjos e tocou no
primeiro CD do compositor carioca Léo Caldeira (um misto de música
brasileira com elementos do rock e música européia), e
no primeiro
CD do compositor Ailton Assumpção, conhecido também como "Nunu
da Mangueira", legítimo sambista carioca.
Segue em 2012
produzindo o primeiro álbum do compositor Caê Mancini (com muito
Reggae, Rock´n´Roll e Camping Music) e o primeiro do saxofonista Oswaldo
Lessa com música instrumental que transita entre o Smoth Jazz,
Fusion e Lounge.
É membro da
banda Palácio Moderno, um projeto embasado em Funk e Soul que
vem ganhando muito espaço na cena musical carioca. Atua como
guitarrista e um dos produtores e arranjadores, criando um som competente com convenções e
arranjos de metais memoráveis.
Atualmente, Daniel
vem recebendo ótimas críticas e divulgando seu trabalho após o
lançamento do CD autoral
“Faces”, no qual expõe todo o ecletismo resultante de uma vida
passeando por gêneros musicais diversos. Trabalha, também, como
professor particular de Guitarra, Violão, Harmonia Funcional,
Improvisação e Produção Musical em Home Studio
(na escola de música Rio Música), além de atuar
como músico Free-Lancer e produtor musical dentro e fora do
seu Home Studio.
Leia
a Super Resenha feita pelo crítico Edilson Hourneaux no portal Guia de Guitarra
Leia
Crítica ao CD pela
Revista Guitar Player,
(a
maior revista especializada em guitarra do mundo)
edição
de Abril de 2009
Clique e veja
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